PRIMOS E PRIMAS, A VOSSA CONTRIBUIÇÃO É MUITO IMPORTANTE. Enviem fotos e informações sobre nomes e datas de nascimento dos priminhos e priminhas mais novos!

sábado, 2 de dezembro de 2017

Parabéns, Avó Cebola!


118º Aniversário


 Os pais adotivos da Avó Cebola:
Maria da Conceição Cebola e João Sebastião


Podemos recordar outros aspetos da Avó Cebola AQUI
 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O Mais novo Elemento da Família



Aos pais, Sofia e Arménio, e à mana Mafalda, 
desejamos as maiores alegrias e felicidades.
 Aproveitem e desfrutem de cada momento das vossas vidas em conjunto.

À bebé LIANA desejamos o melhor do Mundo.

terça-feira, 4 de julho de 2017

Até sempre, Primo Miguel!



Que palavras diremos para uma situação sem explicação ou sentido?
Quando todas as palavras nossas nos falham recorremos aos Poetas que extraem das palavras o sentido, tal como tu recorreste às Pedras para, da sua frieza, retirar a Emoção e o Amor.
Não sei se alguma vez alguém te chamou o Senhor das Pedras, não das pedras frias sem explicação ou sentido, mas para nós eras o Artista das Pedras dos Poetas, feitas palavras de Amor e Saudade.


Tenho tanto sentimento
Que é frequente persuadir-me
De que sou sentimental,
Mas reconheço, ao medir-me,
Que tudo isso é pensamento,
Que não senti afinal.

Temos, todos que vivemos,
Uma vida que é vivida
E outra vida que é pensada,
E a única vida que temos
É essa que é dividida
Entre a verdadeira e a errada.

Qual porém é a verdadeira
E qual errada, ninguém
Nos saberá explicar;
E vivemos de maneira
Que a vida que a gente tem
É a que tem que pensar.  

Fernando Pessoa


domingo, 21 de maio de 2017

Até sempre, Tio Celestino!




Foste o Menino da primeira geração desta grande família. Foste o Menino não só para o Avô Xico e para a Avô Cebola, mas também para os irmãos cuja vintena de anos aguardaram o teu nascimento. Alguns se lembrarão da tua figura de criança roliça, de caracóis dourados, a calcorrear as pedras e a areia do Largo da Feira, fazendo birras engordadas de babas e ranhos e metendo-se com toda a malta bem vestida que por distração passasse perto do número 17 da Travessa do Matadouro. Muitos se lembram do jovem bem parecido, de cabelo ondulado, de riso franco e grande cordialidade para com todos.

Para os sobrinhos da primeira leva, foste o companheiro tratado de igual para igual, para os sobrinhos da geração seguinte foste o Tio afável, mimoso, herói de uma guerra que ninguém quis e quase todos foram chamados a participar. Aí, ainda eras o Menino. Para as gerações seguintes foste o Tio Banana, sempre divertido e afável, amadurecido com a experiência do trabalho em terras estrangeiras e com a experiência de uma família crescente a quem urgia dar um futuro.

Para a Tia Manuela foste o companheiro  sempre presente de dezenas de anos, para o bem e para o mal, na doença e na saúde.
Para os teus Filhos, Teresinha, Celestino, Fasquinho e Manelinha foste o pai lutador e de conselho pronto.
Para os teus Netos, Ricardo, Stefano e Anna, Leonardo e Grace e Ginevra e Rafael,  foste o avõ, il nôno, de abraços, de sorrisos, de carinho e ternura, e também o serias certamente com o teu bisneto Leandro, quando o conhecesses.

Para todos, foste o Celestino: o amigo de boas palavras e melhores ações, o Homem humilde, honesto e íntegro.
Embora pontuado de perturbação por esta ou aquela situação,  nunca procuraste nas relações com os outros guerras, discussões ou desgostos. E é por isso, por esse teu lado bom da vida, que outro não tiveste,  que ficarás sempre nos nossos corações.

Quando terminares esta viagem e chegares à verdadeira vida, a vida eterna, e te encontrares com todos os da família que já a fizeram antes, abraça-os em nosso nome e confirma que também eles estão sempre nos nossos corações .

Até sempre, Tio Menino, Tio Banana, Tio Celestino.



sábado, 20 de maio de 2017

domingo, 11 de dezembro de 2016

Mensagem de Natal


PARA 
OS TIOS E TIAS
E
PRIMOS E PRIMAS




A saudade pura não encontra distância no espaço, nem no tempo, criando de tal sorte um vínculo que, mesmo as almas estando separadas, se sentem unidas pela força do amor.

Francisco de Assis