PRIMOS E PRIMAS, A VOSSA CONTRIBUIÇÃO É MUITO IMPORTANTE. Enviem fotos e informações sobre nomes e datas de nascimento dos priminhos e priminhas mais novos!

sexta-feira, 12 de junho de 2015

O Tio Russo






No dia 13 de Junho, o Tio Russo faria 74 anos (apesar do seu registo de nascimento ter ocorrido em 22 de Dezembro).

Franzino e loiro, o Avô Xico "rebatizá-lo-ia" de sangue branco, mas o nome de batismo Joaquim depressa se diluiu na alcunha Russo com que passou a ser tratado e conhecido toda a vida e depois dela.
Tenho muito boas lembranças do Tio, especialmente da calma com que escutava e falava.

As primeiras recordações reportam aos anos de Matosinhos e vejo um jovem bem apessoado,  de baixa estatura, magro e loiro. Embora discreto e reservado por natureza, alinhava em brincadeiras e partidas que os irmãos, feitos homens, adoravam pregar uns aos outros e mesmo aos de fora. Tinha uma voz de timbre suave e melodioso que eu adorava ouvir: “os dois ao luar, num pedacito de vela, e as águas do mar, calma como a noite bela…”, ainda me soa nos ouvidos muitas vezes. 

A convivência com ele, aqui em Olhão, foi sempre afável e muito próxima.
Casou no dia 19 de Fevereiro de 1967 com a Tia Elvira. A Prima Elvira e o Primo Joquenito perpetuarão as suas memórias e o seu nome.
Partiu no dia 28 de Março de 1990  e a emoção que ainda sinto desse dia cala-me as demais palavras.

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Os Pescadores de Olhão no Século XVIII

Agora que já conhecemos os nossos avoengos, vamos descobrir como era Olhão e como viviam os seus pescadores no século XVIII.

Na sua Corografia Portugueza, de 1712, António Carvalho da Costa  dizia que

  O Olhão fica huma legoa da Cidade de Faro, situado na barra, tem trezentos vizinhos, que morão em casas de cana cobertas de palha, por não lhas consentirem de pedra e call;he gente rica que vive da pesca. Erão antigamente seus moradores freguezes da Igreja de S.Sebastião de Quelfez; o Bispo D.Simão da Gama lhes fundou uma Parochia da invocação de N. Senhora do Rosário.

Nas Memorias Economicas , da Academia Real das Ciências de Lisboa, Constantino Botelho Lacerda Lobo escrevia em 1790 que Olhão tinha 1133 fogos (habitações) para 3412 habitantes, 2947 dos quais eram adultos.

Dos seus pescadores, o autor falava assim:


sexta-feira, 15 de maio de 2015

Dia Mundial da Família e os Nossos Mais Antigos

Nem de propósito! Para comemorar o Dia Mundial da Família, nada melhor do que apresentar o tronco familiar até ao nosso 7º AVÔ!
No post anterior, apresentei os nossos Bisas - Francisco Viegas Contreiras e Joanna Baptista- bem como a sua descendência. Agora vamos conhecer os outros bisas "para trás".
Comecemos pelo Bisa FRANCISCO VIEGAS CONTREIRAS:
Os seus pais foram Manuel Viegas Balthasar Contreiras e Joanna da Cruz, cujo casamento ocorreu em 26 de Abril de 1818.
Um pouco fora do que era comum no século XIX, este nosso Trisa herdou o apelido Contreiras da mãe, que também o herdou da mãe dela, Josepha Contreiras.
Este ramo Contreiras atravessa o século XVIII, XVII e mais para trás... Família de vastos recursos financeiros, os seus membros foram desde marítimos, negociantes e comerciantes, a juristas e padres.  
Outra curiosidade é o apelido Salpequeniz, do nosso 4º Avô. Segundo os registos, este nome começou por ser alcunha, passou a apelido, voltou a ser alcunha e desapareceu por completo.


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A nossa Bisa JOANNA BAPTISTA foi a filha mais nova dos Trisas José Celestino Barbosa e Iria de São João, cujo casamento foi celebrado em 20 de Setembro de 1835.
A nossa Trisa Iria de São João pertencia à família Charrão, muito famosa por ter membros que integraram a tripulação do Caíque Bom Sucesso, que foi ao Brasil em 1808 levar ao Rei a notícia da revolta contra os Franceses.
O Trisa José Celestino Barbosa era marítimo e dono de embarcações e sabia ler e escrever (facto pouco comum para a época). Nasceu na Praça de Gibraltar.

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A Assinatura do nosso Trisa José Celestino Barbosa era assim:


terça-feira, 28 de abril de 2015

Os Irmãos do Avô Xico

Do casamento dos bisas nasceram os seguintes filhos:

Maria Baptista - nasceu em 10 de outubro de 1882, faleceu em 12 de junho de 1964
Mariana Lúcia - nasceu em 21 de outubro de 1884, faleceu na década de 60 do século XX
Francisco  - nasceu em 17 de fevereiro de 1887, faleceu em 25 de fevereiro de 1887
Francisco - nasceu em 8 de fevereiro de 1891, faleceu em 9 de junho de 1893
Feliciano  - nasceu em 8 de julho de 1894, faleceu em 13 de julho de 1894
Francisco - nasceu em 29 de dezembro de 1896, faleceu em 1897
Francisco Viegas - nasceu em 1 de setembro de 1898, faleceu em 15 de abril 1960
José Viegas Contreiras - nasceu em 16 de abril de 1904, faleceu em 19 de março de 1966
Maria Amélia e João Viegas - dados a confirmar

Os Bisas Viegas Contreiras

FRANCISCO VIEGAS CONTREIRAS
filho de Manuel Viegas Balthazar Contreiras e de Joanna da Cruz
nasceu em 25 de janeiro de 1856, em Olhão
faleceu provavelmente na década de 20 do século XX, em Lisboa

                      
JOANNA BAPTISTA
filha de José Celestino Barbosa e de Iria de São João
nasceu em 5 de junho de 1859, em Olhão
faleceu provavelmente na década de 30 do século XX, em Lisboa



Tempos Passados

Ora aqui estão algumas curiosidades que tenho encontrado sobre os nossos antepassados:

- Toda a ascendência pelo lado paterno do bisa  FRANCISCO VIEGAS CONTREIRAS situa-se nos CONTREIRAS.

- O tetrisa MANUEL VIEGAS BALTHAZAR CONTREIRAS tem ascendência registada, pelo menos, até 1430.

- O trisa JOSÉ CELESTINO BARBOSA nasceu em Gibraltar, mas precisamente na localidade La Línea, que era, digamos, a parte espanhola que ficava ao lado de Gibraltar.

- A trisa IRIA DE SÃO JOÃO nasceu na família CHARRÃO, sendo que alguns dos membros dessa família foram tripulantes do CAÍQUE BOM SUCESSO.

- Os pais do bisa FRANCISCO VIEGAS CONTREIRAS  e os pais da bisa JOANNA BAPTISTA eram de gerações diferentes, isto é, os primeiros nasceram na década de 30 do século XIX, e os segundos na primeira década do mesmo século.

- O bisa FRANCISCO VIEGAS CONTREIRAS teve muitos irmãos e só uma irmã. A bisa JOANNA BAPTISTA era a mais nova de muitas irmãs e só teve um irmão.

- A nossa família mais antiga ligou-se pelo casamento às famílias: Amôr, Rigor, Bizarro, Rodrigues Português, Machado, Guedelha e Gago.

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terça-feira, 25 de novembro de 2014

Festa da Família

Finalmente o sonho tornou-se realidade.
O I Encontro Viegas & Cia juntou um número significativo de membros da nossa família, num clima de são convívio, muita alegria e, sobretudo, união.


Escusado será dizer que a estrela da noite foi o Tio Celestino. Foi assim uma espécie de chefe do clã cuja participação, alegre e entusiasta, só não foi mais brilhante pela ausência da sua prole, espalhada por essa Europa.
Todos foram recordados: tanto os que, pela Lei da Vida, já abalaram para a Eternidade, como os que, pela Lei do Futuro Melhor, não puderam estar presentes. Em cada um de nós esteve um bocadinho deles todos.



À Prima Sofia Madeira coube a tarefa de levar a cabo esta iniciativa e para ela vai um agradecimento profundo.

Estiveram presentes:


Tio Celestino, Tia Manuela; Tia Otília; Tia Elvira.

Primo Miguel; Prima Esperancinha, Primo Mário; Prima Zéa, Primo Ilídio; Prima Lina, Primo Barão; Prima Bebiana; Prima Helga, Primo Renato; Prima Beta; Primo Joquenito.

Prima Telma; Primo Ilídio, Primo Nuno; Primo João; Prima Carina, Primo Ricardo; Prima Sofia, Primo Arménio; Primo Miguel, Primo Alexandre.

Prima Aurora, Prima Victória; Prima Mafalda; Primo Ricardo.




























Venha o II Encontro Viegas & Cia!